Texto feito por Camila Vieira, Juliana Oliveira, Neila Storti e Thiago Bogo.

 

 

A vida oculta de Silvetty

 

Com a correria do dia-a-dia, as pessoas passam despercebidas em nossas vidas. Muitas vezes não temos tempo nem mesmo de ver o rosto delas. Esse foi o caso do André da Cruz, 19 anos, estudante de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Toledo, um estudante normal visto de longe, mas conhecendo-o mais a fundo tem uma ótima história de vida, pois Cruz tem outra personalidade, e para essa adotou o nome de Silvetty Montila.

 

Silvetty é uma drag bastante conhecida em São Paulo, por seus shows maravilhosos e cheios de glamour, muito conhecida por ser transformista.

 

André conta que descobriu ser homossexual quando era criança, mas escondeu isso por muito tempo, por medo da sua mãe, da sociedade ou do que os outros falariam a seu respeito. Então por vergonha começou afirmar que era bissexual (pessoa que gosta de homem e mulher). Com isso teve uma experiência ruim com uma garota, e foi quando resolveu assumir sua personalidade.

 

A descoberta feita pela mãe, que encontrou perucas e roupas femininas meio às coisas do filho, fez com que ela o expulsasse de casa, pois não conseguia aceitar a realidade de ter um filho diferente. Então ele foi morar com uma amiga, onde ficou por três dias, quando sua mãe resolveu buscá-lo dizendo que aceitava o filho como ele realmente fosse.

 

“Depois que minha mãe descobriu, não havia mais um por que ficar escondido. Pois a vida passa tão rápido que se não escolhermos ser felizes enquanto há tempo, quando é que seremos? A minha maior preocupação era ela. E depois de tudo, não tive mais dúvidas do caminho que eu queria seguir” – conta ele.

 

Hoje André se caracteriza de Silvetty apenas para os amigos em festinhas particulares e quando sai pra alguma boate do meio GLSBT (Gays, Lésbicas, Simpatizantes, Bissexuais e Transexuais), mas André vive em Silvetty e Silvetty vive em André.

 

“Eu e minha mãe nos divertimos quando estou como Silvetty. Ela até dá algumas sugestões em como ficar melhor caracterizado” – ri nosso entrevistado.

 

Essa foi uma pessoa bastante especial que conhecemos um pouco mais, e que mesmo sendo diferente deve ser respeitado e sem preconceitos, pois Silvetty ou André são como qualquer outra pessoa.

 

 

Escrito por Mylla Vieira às 21h44

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texto escrito por mim e minha grande amiga Neila Storti.

 

A vida no século XXI

 

Camila Vieira e Neila Storti

Quinto semestre

 

A tecnologia veio para facilitar a vida de cada cidadão unindo a praticidade, agilidade e facilidade. Esse meio envolvente que constrói a vida contemporânea vem utilizando objetos que antigamente tinham suas funções primárias, que se inovam a cada dia. Um grande exemplo disso é a televisão. Antigamente, havia somente canais públicos e hoje canais pagos e transmissão digital.

 

O celular e seus canais interativos, funcionando como um meio para o indivíduo interagir da forma que quiser, desde ligações até internet e câmeras integradas. Diariamente temos praticidades como pagamento de contas bancárias pela internet, ligações feitas pelo Skype e até informações em tempo real.

 

Os avanços tecnológicos, junto com a ciência, têm um papel muito importante para a sociedade, mas como toda coisa boa tem o seu lado ruim. Muitas pessoas ficam extremamente dependentes desses meios e a partir desse momento não conseguem viver sem eles, sem se lembrar que viveram sem esses utilitários por muito tempo.

 

Um exemplo disso são computadores, o iPhone e outros aparelhos lançados a cada minuto, com ferramentas cada vez mais modernas. Com isso, as pessoas se tornam reféns de um mundo solitário onde não sentem mais a necessidade de um contato físico. Elas têm cada vez mais a necessidade de ter e utilizar tudo o que é excepcional no momento e que irá facilitar todo e qualquer meio de vida e comunicação. Isso faz com que saiam cada vez menos as ruas, que fiquem ligadas 24 horas a um microcomputador, falando com várias pessoas em todo o mundo, solitária, mas ao mesmo tempo acompanhada.

 

Escrito por Mylla Vieira às 20h23
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texto feito em grupo na aula de Jornalismo on-line e novas tecnologias, publicado no blog de jornalismo (www.jornalismounitoledo.zip.net).

Vivendo de pizza

 

Camila Viera, Juliana Oliveira, Marília Lopes e Natalí Garcelan

Sexto semestre noturno

 

Entre o acordar e o dormir, muitos rostos diferentes passam sem serem percebidos. São zeladores, porteiros, faxineiros e tantos outros. Um destes personagens é Carlos Martins Salazar, que no auge de seus 62 anos faz mais parte da vida dos universitários do UniToledo do que eles mesmos possam imaginar.

Salazar trabalhou 12 anos como repositor de óleo na empresa de transportes Reunidas Paulista, e há quase oito anos o "tiozinho", como é carinhosamente chamado pelos estudantes que passam pelo local, começou a trabalhar com a esposa, Maria José da Silva Martins, 52. Quem nunca parou para saborear as minipizzas da "Pizza da Hora"? É lá que o casal tira o sustento da casa.

Maria José comprou a Van, equipada com forno elétrico, com o acerto recebido pelo seu trabalho na Etti, empresa de produtos alimentícios, e com um empréstimo conseguido com seu pai, começaram a trabalhar, ainda sem local fixo.

A primeira experiência não foi nada positiva. Instalaram-se na frente do Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), de Araçatuba e não tiveram retorno. Além disso, não era permitido estacionar no período da noite, o que os obrigou a mudar de local.

Preocupada, uma das filhas do casal, Mariângela, hoje com 35 anos, estudante de administração na então Faculdades Integradas Toledo, em 2001, sugeriu que os pais passassem a vender seu produto na frente da instituição. Foi permitida a instalação desde que não causasse problemas. Com um alvará concedido pela Prefeitura, eles passaram a trabalhar todas as noites, com exceção das férias. "Férias são férias!", diz. Quando questionado sobre como vive durante as férias escolares, Salazar explica que guarda dinheiro durante o ano para que possa se manter neste período.

Filho de Promissão, adotado por Araçatuba desde 1989, é um dos rostos vistos todos os dias, que atende a todos com um sorriso e grande carisma. Pais de três filhos, há quatro anos Salazar e sua esposa lutam pela aposentaria, enquanto isso, a "Pizza da Hora" é a sobrevivência e o pão de cada dia, e cardápio essencial na vida dos estudantes.

 

Escrito por Mylla Vieira às 20h15
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Leitores e leituras

Dom Casmurro, Iracema, Vidas Secas, Quincas Borba, O Quinze, A Moreninha, O Cortiço e muitos outros clássicos da literatura, para os estudantes, essas leituras são feitas por obrigação ou pela vontade de passar no vestibular.

Mas afinal quem nunca se encantou com uma boa leitura? Na realidade sou até suspeita em escrever sobre esse assunto, pois a leitura me fascina e me encanta. Ler um livro, e ir de capitulo em capitulo conhecendo novos personagens, um novo mundo, a cada parágrafo um novo desfecho e muita imaginação isso tudo é maravilhoso.

Fiquei intrigada com Capitu e Bentinho, me encantei com Iracema, o Guarani, o seminarista, mas sem sombras de dúvidas Amor de Perdição foi um dos melhores.

E me entristeço em sabe que muitos brasileiros nunca nem freqüentam uma biblioteca, ou odeiam leitura, às vezes penso que nunca mergulharam no universo de um bom livro ou que ainda não foram conquistados pela leitura, pois depois do primeiro contato, tenho certeza que é paixão.

Hoje estava passeando pela internet quando encontrei um artigo no site da PNLL que dizia que os brasileiros lêem em média por ano apenas 1,8 livros, comparando com países como a França (7,0), os Estados Unidos (5,1), a Inglaterra (4,9) ou a Colômbia (2,4) o nosso percentual é extremamente baixo.

Isso é absurdamente incrível como estudantes e até a comunidade letrada não lêem nada, apesar de que muitos já dizem que não gostam, ou que não tem tempo, ou afirmam que o livro é muito caro para estarem adquirindo. Mas afinal os que afirmam não gostarem já sentam com um livro e leram até o fim? Ou os que não têm tempo, será que realmente não sobra? Tenho certeza que tempo para as novelas ou para a internet todos arrumam, aos outros que dizem que os livros têm um preço alto, realmente é verdade, mas isso se dá pelo fato de que as editoras imprimem poucos livros por terem pouca saída, então chegam nas livrarias com um preço um pouco alto e no fim vira um circulo vicioso.

Como se diz brasileiro dá um “jeitinho” para tudo, mas até quando teremos que lidar com esse problema?

Quem não le não escreve, quem não escreve não se comunica e ainda não aprende a norma culta da língua materna.

Precisamos primeiro de tudo conquistar as crianças para o livro, pois é o ponto de partida para um país leitor. Além de que os brasileiros precisam conhecer as bibliotecas e começar a ler e além de começarem a colocar a educação em primeiro lugar para que no fim possamos deixar de ser subdesenvolvido para se tornar um país desenvolvido.

Escrito por Mylla Vieira às 12h45
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